domingo, 24 de junho de 2012

Como nós comemos tacos


Tudo começou com a minha prima que foi fazer um intercambio de 6 meses nos EUA durante o segundo grau, uns 11 anos atrás. Quando ela voltou, veio cheia de novidades! E com ela veio a receita dos tacos, que virou uma dessas coisas que fazemos para comer quando estamos reunidos. Com 11 anos, praticamente já virou receita de família!



Antes era uma dificuldade enorme para encontrar as conchas de milho. Minha prima sempre comprava em supermercados classe AA no Rio, e aos poucos foi se popularizando, hoje em dia é possível encontrar na rede de supermercados Pão de Açúcar.

Semana passada meu pai começou a insistir comigo que eu tinha que comprar uma televisão. Fiquei a semana inteira escolhendo pela internet e no sábado fomos direto no Sam’s club ver se tinha lá e tinha! Por R$100,00 a mais que o preço da internet. Compramos lá mesmo. E já que eu estava lá... fui correndo na seção alimentícia pegar as conchas de tacos!


Estamos acostumados a comprar a da “casa fiesta”, mas dessa vez vi a da “oldelpasso” e resolvi experimentar. Fizemos hoje! Na verdade minha irmã que fez, porque eu e meu pai estávamos colocando as prateleiras na minha casa. 


Sour Cream
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 1 pote de cream chease
- 2 colheres de vinagre branco (não pode ser o de maçã)
- suco de 1 limão
- 2 colheres de leite

Preparo:
Misturar tudo de deixar na geladeira por pelo menos 3 horas, ou no freezer até ficar durinho, mas não pode congelar.

Chilli:
- 400g de patinho moído
- 2 cebolas médias picadas
- óleo, pimenta à gosto, páprica, sal
- 4 colheres de extrato de tomate
- 2 colheres de mostarda
- 1 xícara de feijão preto cozido e batido no liquidificador
- 200g de mussarela ralada

Preparo:
Dourar a cebola no óleo e juntar a carne. Adicionar o extrato de tomate, pimenta, mostarda, párpica e o sal. Deixar cozinhar por 10 a 15 minutos. Se precisar, adicionar um pouco de água, mas ela deve secar. Quando estiver quase seco, adicionar o feijão e colocar o queijo aos poucos até ficar grossinho (nem sempre usa tudo). O chilli deve ficar bem picante e sequinho.

Outros ingredientes:
- alface picado
- tomate picado
- 500 gramas de mussarela ralada
- Rap10
- conchas para tacos


Montando o taco:
Essa pode não ser a maneira correta de fazer tacos, mas é assim que nós fazemos. É meio que uma mistura de tacos com burritos.

Primeiro, colocar as conchas no forno por cerca de 5 minutos. Em um prato, colocar uma fatia de Rap10 e três colheres de sopa de mussarela ralada, levar ao microondas por 40 segundos. Colocar a concha de taco no meio do Rap10 com a mussarela derretida, adicionar o chilli dentro da concha, colocar o sour cream, o alface e o tomate picados, pode finalizar colocando mais mussarela por cima. E está pronto para comer!












domingo, 17 de junho de 2012

Rolinhos + Karaokê

Cada um tem a sua vida, o seu clube. Eu, bom, eu tenho a minha Patota. E quando a gente se reúne é quase sempre a mesma coisa: outback ou karaokê. Hoje foi assim! Almoçamos no outback e depois viemos aqui para casa cantar no karaokê.  E para comemorar, porque nós comemoramos tudo, nossos encontros não são meros encontros e sim eventos sociais combinados com antecedência e flyers, resolvi fazer uns rolinhos doces como sobremesa. 




Usei a massa de rolinho primavera e usei banana com nutella como recheio em uma versão e doce de coco com nutella na outra. Tirei a idéia de um rolinho de banana com nutella que comi em um restaurante japonês que infelizmente fechou chamado Mochi Mochi e o de coco do Sushi Loko, que eu só vou para comer o rolinho de prestígio, mas acho que eles usam chocolate ao invés de nutella.

Para o rolinho:
- 1 pacote de massa para rolinho primavera (na embalagem vêm 30 unidades).
- 2 potes de nutella
- doce de coco
- 1 cacho de banana prata madura
- 1 litro de óleo de girassol para a fritura
- açúcar misturado com canela

Para o doce de coco:
- 1 coco seco
- 500g de açúcar de confeiteiro
Comprei um coco seco, furei com o abridor de vinho e retirei a água (bebi, lógico). Quebrei o coco com martelo e retirei a casca. Depois de limpar, ralar e colocar na panela. Adicionar o açúcar a ligar o fogão. É quase uma cocada, mas precisa prestar atenção ao ponto do açúcar derretido para não ficar seco demais. Caso isso aconteça, basta adicionar um pouco de água.


Montagem:

A montagem é realmente igual à montagem do rolinho primavera ou qualquer outro harumaki. Precisa prestar atenção e tomar cuidado para a massa não ficar ressecada e molhar para fechar.


Coloquei umas duas colheres de sopa rasas do doce de coco e 1 colher de sopa de nutella. Usar a massa como se fosse um losango, colocando o recheio em uma das pontas e ir enrolando. Fechar as laterais, e depois enrolar até o final. Usei 1 pode de nutella para cada sabor. E o rendimento foi de 18 de coco e 12 de banana.



Para o de banana, primeiro comecei cortando a banana em rodelas finas, mas achei muito ruim para enrolar, então depois passei a fatiar a banana no sentido longitudinal, colocando as fatias longas de banana também com 1 colher de sopa de nutella.



Fiz a montagem dos rolinhos de manhã, e depois quando voltamos do almoço fritei. Usei 1 litro de óleo de girassol. Minha mãe, que é nutricionista, diz que toda fritura deve ser feita com bastante óleo, quanto mais, menos é absorvido pelo que se está querendo fritar, e realmente funciona.

Fritei 3 rolinhos por vez, deixando até dourar. Percebi que sou uma negação com as frituras... Na verdade o problema é que parti rasguei umas três ou quatro massas no centro, então quando fritei a nutella fugiu um pouco para o óleo e queimou um pouquinho... Ai já viu, o óleo ficou sujo e as minhas frituras não ficaram bonitas, mas em compensação ficou uma delícia!


Ai é só deixar escorrer um pouco no papel toalha (eles ficaram bem sequinhos) e depois passar no açúcar misturado com a canela. Sugeri aos meus amigos de comer com sorvete, mas parece que não sou só eu que não gosto de sorvete, então o pote de sorvete que eu comprei para eles ainda está lacrado no freezer... rs


Enfim, como fomos comendo à medida que eu ia fritando os rolinhos, só consegui fazer uma foto deles prontos, que ficou fora de foco... mas a idéia é essa. E como sou uma pessoa consciente, esperei o óleo esfriar e passei de volta para a garrafa que veio para fazer o descarte correto. E como vocês podem ver, a garrafa de óleo está praticamente inteira, porque não consegui colocar tudo de volta na garrafa, então a teoria da minha mãe sobre frituras está correta.


Depois cantamos muito no karaokê (que na verdade é um amplificador com microfone usando videos do youtube para karaokê) e incomodamos um pouco os meus vizinhos, mas ninguém ligou pra reclamar, o que significa que podemos continuar cantando sempre que possível. ;) 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Que tal um pãozinho?


Na minha família a comida é uma coisa praticamente sagrada. Por muitos anos tínhamos o famoso almoço de domingo na casa da vovó. E todo mundo cozinha um pouco. Acho que é algo que corre solto no nosso sangue.

Meu padrinho de batismo é praticamente o enólogo da família. Para saber alguma coisa de vinhos é só perguntar a ele. Toda vez que ele vai à casa dos meus pais, ele traz o vinho e a tábua de frios. E a minha madrinha, apesar de dizer que não sabe cozinhar (só porque ela não faz coisas simples) faz coisas maravilhosas! Ela faz um vatapá que é uma delícia! Eles são um casal e tanto!

Já o meu outro padrinho, depois que a minha avó parou de cozinhar, foi ele quem assumiu o papel de chef. Atualmente os almoços ficam por conta dele e a sobremesa por conta da minha mãe. É dele a receita de pãozinho de batata de hoje!

Fizemos ontem no feriado!

Pão de batata

 ü  500g de farinha de trigo
 ü  250g de batata cozida
 ü  100ml de óleo
 ü  100ml de leite morno
 ü  1 tablete de 15g de fermento
 ü  1 ovo inteiro
 ü  2 colheres de sobremesa de açúcar
 ü  1 colher de sobremesa de sal
 ü  1 gema (para pincelar o pão no final)
 ü  recheio opcional

Preparo:

Dissolver o fermento no leite morno e deixar descansar por 15 minutos.

Amassar a batata e misturar com o leite com fermento, com o óleo, o ovo, o sal e o açúcar. Depois de obter uma mistura homogênea, adicionar a farinha peneirada. Colocar para fermentar até dobrar de tamanho.

Untar um tabuleiro com óleo.

Colocar farinha nas mãos e fazer as bolinhas como se fosse um brigadeiro. Se quiser, pode colocar recheio. Nós colocamos ¼ de fatia de queijo prato e ¼ de fatia de presunto em cada pãozinho, mas depois de assado, achei que poderia ter tido mais recheio. A massa é bem mole e é um pouco difícil de colocar o recheio dentro. 

Organizar as bolinhas afastadas uma das outras no tabuleiro, pois elas crescem e podem grudar umas nas outras. Deixar um espaço aproximado de um pãozinho.


Em um potinho, misturar a gema com 1 colher de sopa de manteiga. E com um pincel, passar em cima de cada pãozinho para dourar.









Assar em forno pré-aquecido à 250graus por 40minutos. Rendimento: 30 pãezinhos. 




domingo, 29 de abril de 2012

Quem precisa de Outback???


Essa sexta-feira minha mãe fez um prato super tradicional Costela de Porco ao molho Barbecue, que sinceramente, não deixa nada a desejar a famosa costela do Outback! E eu só digo isso porque sou frequentadora assídua do restaurante! Vou lá quase toda semana e só não fui essa sexta porque minha mãe fez a costela!

E bom, tudo começou com o meu pai. Ele sempre queria ir ao Outback só para comer a tal da costela. E nós íamos, e muito! Eu até cheguei a ficar enjoada! Passei a comer só a com o molho Bilabonge e passava longe do Barbecue.


Mas como a minha mãe queria porque queria aprender a fazer a tal da costela, procuramos diversas receitas até encontrar a perfeita. Hoje, posso dizer tranquilamente que fazem uns 3 anos que não como a costela do Outback, sempre escolho as outras carnes e a salada El Ranchito.

Inclusive, a ultima vez que fui, foi na terça-feira dia 24 no restaurante do Parkshopping de Brasília, e comi o Skirt Steak (que é fraldinha) acompanhada com o arroz tasmânia (meu acompanhamento preferido – recomendo essa combinação).

Mas, vamos à receita!

Para a costela:

 ü  1 costela de porco  de aproximadamente 1,3kg

 ü  Azeite
 ü  Pimenta do reino
 ü  Sal grosso (aproximadamente 1 colher de sopa)
 ü  4 dentes de alho amassados
 ü  Alecrim
 ü  Tomilho

Preparo do marinado:

Colocar a costela inteira em uma vasilha e colocar todos os temperos sobre ela. Cobrir com papel filme e levar a geladeira para marinar por 12 horas. Preparar o molho somente na hora de assar.

Para o molho barbecue:

 ü  1 ½ xícara de açúcar mascavo
 ü  4 colheres de sopa de molho inglês
 ü  2 colheres de sopa de mostarda
 ü  ½ xícara de molho de tomate

Preparo do molho:
Em uma panela, coloque o açúcar mascavo e deixe derreter um pouco, e adicione os outros ingredientes. Mexendo sempre até engrossar.

Retirar a costela do marinado e colocar em uma assadeira e forrada com papel alumínio.

Acrescentar ao molho o marinado retirado da costela (depois das 12h) e deixar o molho ferver. Pincelar o molho na costela. Levar ao forno pré-aquecido por 01h 30min na temperatura de 180 graus. Pincelar o molho na costela de 15 em 15 minutos. Para acompanhar, pode enrolar duas cebolas em papel alumínio e deixar assando junto com a costela.

E pronto! Agora é só se deliciar e lamber os dedos!


quinta-feira, 15 de março de 2012

Brownie do Luiz!

No final de semana passado, fui a um evento de moda. Um evento bem simples na verdade, o que eu mais gostei foram os mini-desfiles. Estacionei o carro na rua, mas não tinha dinheiro trocado para “pagar” o flanelinha (quando digo pagar, quero dizer ser extorquida).

Enfim, tinha uma barraquinha, com um cara vendendo brownies. A princípio me interessei mais na apresentação do produto, as latinhas decoradas, do que no brownie em si. Acabei comprando, quando estava indo embora, para trocar dinheiro. Isso foi no sábado.

Esqueci o brownie na bolsa, e só comi na segunda, porque não almocei e meu dia tinha sido uma correria, indo de um lugar a outro. Quando comi, nossa! Que delicia! Fiquei pensando que deveria ter comprado mais! Adorei! Na embalagem tinha um telefone, imaginei então que poderia existir uma loja.

Chegando em casa, fui direto pro computar, procurar a marca! E encontrei! Brownie do Luiz! E ainda por cima achei a entrevista dele na Ana Maria Braga e a receita! Resolvi experimentar. A primeira vista, achei essa receita uma ignorância! É pra fazer uma vez na vida! Muita gordura e muito açúcar! Mas resolvi, dessa vez, seguir a receita ao pé da letra.

Para a massa:

ü  6 ovos
ü  1/5 kg de açúcar
ü  300g de manteiga com sal
ü  700g de achocolatado (ele usa Nescau)
ü  3 ½ xícaras de farinha de trigo

Segui as instruções da entrevista. Pré-aquecer o forno. Bater os ovos com o açúcar, depois adicionar a manteiga. Eu já sabia que isso não ia dar muito certo. Quando se coloca a manteiga depois do ovo, é super difícil de incorporar na massa, tem que deixar muito tempo batendo. E como eu imaginava foi isso que aconteceu. Adicionar o achocolatado e a farinha de trigo.



A massa é bem compacta e pesada, achei até difícil de espalhar na forma. Mas fica bem homogênea e a cor é bem bonita.

Untar uma assadeira, com manteiga e farinha. Colocar a massa e assar por 30min. Outra furada. Com 30min dava pra ver claramente que estava totalmente cru. Fui deixando no forno e olhava de 5 em 5min. Tempo total assando: 55min.



Deixei esfriar para cortar. Experimentei um pedaço e realmente, uma delicia, mas acho que poderia ter ficado mais uns 5min assando. A próxima vez que eu fizer, vou adicionar umas nozes. 




sábado, 10 de março de 2012

Tentativa de torta crocante de doce de leite

Há cerca de uns 4 anos atrás, minha irmã mais velha foi com os amigos comemorar seu aniversário em um famoso restaurante da cidade. Lá era possível comprar bolos/tortas da casa para “os parabéns” ou levar a torta de sua preferência. Uma das amigas da minha irmã levou uma torta que ela gostava da Lecadô.

Quando chegaram ao restaurante, combinaram com o gerente, que guardou a torta na geladeira e anotou o número da mesa. Quando chegou a hora de comerem a torta, essa amiga da minha irmã, percebeu que a torta delas estava sendo comida em outra mesa, e o garçom trouxe para elas uma torta pequenininha, que na verdade era a torta da mesa que estava com a delas. Acabou então que o restaurante se desculpou e deu a elas uma das tortas da casa e nem a minha irmã, e nem a amiga tiveram suas contas como cortesia do restaurante.

Confusões a parte, a torta recebida pelo restaurante foi o “doce de leite crocante” da Di Norma. E foi assim que conhecemos essa torta que desde então aparece em muitas ocasiões quando pensamos em comprar uma torta fora. Ela é simplesmente uma delicia!

Existem outras doceiras que tentam fazer uma versão, mas a da Di Norma é sempre incomparável. E com essa inspiração, resolvi tentar também. Depois de tanto comer essa torta, fiquei imaginando como seria para fazê-la, não sei se acertei, mas imagino que tenha ficado gostosa, ainda não comi, vou comer só depois do almoço.

Quando eu era adolescente, eu era particularmente famosa pela minha “torta alemã”. Que assim como essa torta crocante, nada mais é que um creme branco com biscoito de maisena e uma cobertura. Procurei na internet, mas não encontrei nenhuma receita que me fosse satisfatória, então resolvi criar a minha um pouco baseada nessa torta alemã.

Passei a semana inteira fazendo preparativos! Como queria levar para a minha turma de fotografia, comprei durante a semana embalagens individuais e os ingredientes. Encontrei essa lata de 1kg de leite condensado e cozinhei por 1h e 15min! Comprei os biscoitos e as latas de creme de leite que deixei na geladeira.


Para a torta:

ü  3 gemas sem a pele (a pele é que dá o “cheiro de ovo”)
ü  1 copo de 200ml de açúcar refinado peneirado
ü  1 pacote de manteiga de 200g sem sal e a temperatura ambiente
ü  2 latas de creme de leite sem o soro
ü  Baunilha
ü  1 lata de leite condensado cozido na panela de pressão por 40min
ü  1 ½ pacote de biscoito maisena
ü  Aproximadamente 1 taça pequena de Vinho branco

Começar tirando o soro da lata de creme de leite. Para isso, a lata deve estar há pelo menos 1 dia na geladeira. O leite condensado deve já estar cozido, porque demora a cozinhar e a esfriar, não podendo ser usado no mesmo dia. Colocar o soro em uma vasilha e misturar com o vinho branco. Eu não tinha vinho branco aqui em casa então usei um reserva cabernet sauvignon tinto do meu pai que estava na geladeira... enfim, a única diferença é que deixou a mistura roxa... rs

Retirar a pele das gemas antes de coloca-las na batedeira e bater com o açúcar e a manteiga. Bater bastante até o creme ficar branco! Adicionar a nossa quantidade mágica de baunilha (cerca de 1 colher de chá, eu não sei ao certo, porque coloco de olho). Desligar a batedeira e adicionar o creme de leite. Misturar com uma colher até o creme ficar uniforme. Reserve.


Molhar os biscoitos e forrar o fundo de uma forma, é melhor escolher uma quadrada. Eu tive um pouco de trabalho porque quis fazer em embalagens individuais e ainda fazer uma torta aqui para casa. Resultado: fiz três receitas!

Na forma, colocar uma camada de biscoito, uma camada do creme branco, mais uma camada de biscoito. Levar ao congelador por 15 min. Depois, colocar uma camada de doce de leite, mais uma camada de creme branco e mais uma camada de biscoito. Voltar com a torta para a geladeira.

Para a cobertura:

ü  1 xícara de açúcar
ü  1 pacote pequeno de castanha de caju picada (tipo crocante para sorvete)
ü  ½ xícara de água

Colocar o açúcar na panela e deixar derreter e dourar, sem mexer, quanto menos mexe, mais dourado ele fica. Adicionar a água, como se fosse fazer uma calda de pudim. 



Quando coloca a água, esse princípio de calda de açúcar borbulha, cresce e vira meio que uma bala. Tem que esperar até derreter de novo e a água se incorporar na calda. Adicionar a castanha de caju picada. Não pode esperar muito para colocar em cima da torta, se não endurece.



Voltar com a torta pronta para a geladeira. Esperar pelo menos 1h para servir. Fiz um total de 20 porções individuais e 2 tortas pequenas, mas fiz 3 receitas e usei 1 lata de 1 kg de doce de leite...



quarta-feira, 7 de março de 2012

I Love Cookies!!!

Estava me sentindo cansada, com a garganta ardendo, depois de um dia normal de trabalho. Fui fazer um peeling, e enquanto relaxava fiquei pensando: como eu queria comer uns cookies com um copo de leite! Era só o que faltava para finalizar o meu dia. Mas, não tinha chocolate em casa, e o fato de ter que comprar e cortar em pedacinhos me deu um certo desanimo. Enquanto andava na rua, passei em frente a uma bomboniere e resolvi entrar para ver se encontrava o chocolate em gotinhas. Se estivesse com sorte, seria definitivamente um sinal de que deveria sim fazer meus cookies! Dito e feito! Sai da bomboniere com um saco de 1kg de gotas de chocolate da Harold!

Eu sempre gostei de fazer doces. Mas se existe uma coisa que é a minha especialidade são os cookies de aveia com chocolate! Minha mãe tem uma amiga, que casou com um americano e mora nos EUA há muitos anos, e passou essa receita para minha mãe quando éramos crianças. E dizia que lá todo mundo só comia isso.

Aprendi a fazer com uns 15 anos, e tinha uma época que eu fazia tanto, que a razão para termos estoque de açúcar mascavo em casa eram os cookies! E a receita é tão gostosa, que uma vez transformei em receita de bolo só para poder fazer muffins.

Vamos a receita?

Para a massa:

ü  2 ovos inteiros
ü  150g de manteiga sem sal
ü  1 xícara de açúcar refinado peneirado
ü  1 xícara de açúcar mascavo peneirado
ü  1 xícara de maisena
ü  2 xícaras de aveia
ü  2 xícaras de farinha de trigo
ü  Baunilha
ü  300g de chocolate em gotas
ü  1 pitada de sal


Acender o forno. Na batedeira, bater a manteiga com os ovos. Adicionar o açúcar. Depois de bater bem, adicionar a maisena, a aveia, a baunilha (cerca de 1 colher de sobremesa) e o sal. Parar de bater na batedeira e amassar a massa com as mãos adicionando a farinha aos poucos.

A massa deve atingir o ponto de enrolar (quando a massa não estiver mais grudando no recipiente e nas mãos). Adicionar o chocolate e amassar até toda a massa ter uma quantidade uniforme de chocolate.

Forrar um tabuleiro com papel manteiga e enrolar a massa, fazendo bolinhas e colocar no tabuleiro, com algum espaço entre uma bolinha e outra. Assar por 25min.






Retirar do papel e deixar secar e esfriar. Agora é só se deliciar! Eu adoro comer e tomar leite! E quando o biscoito ainda está quente, o chocolate dentro fica derretido! É uma delícia! 


PS: A receita original leva 1 colher de chá de fermento e 1 colher de chá de bicarbonato de sódio, mas eu aboli. Acho que não serve para nada.

PS2: Podem ser feitas diversas variações, tipo 4 xícaras de farinha ao invés de 2 de farinha + 2 de aveia. Mas eu acho que a aveia deixa a massa mais leve.

PS3: Pode adicionar: nozes, amêndoas, avelã, uva passa...